Clínica e cirurgia de equinos – IBvet

Intussuscepção ceco cecal com ressecção do ápice do ceco em potro – relato de caso

Raphaella Miranda Coutinho



Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Clínica e Cirurgia de Equinos Pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 29, sob orientação da Profa. Luciane Rasera, Jaguariúna-SP, 2016.

Resumo:

O presente trabalho registra a ocorrência da síndrome cólica em um potro de 7 meses de idade, da raça quarto de milha, com dor abdominal aguda, alterações nos parâmetros cardíacos e respiratórios e hipomotilidade intestinal. O animal não apresentava melhora com o tratamento clinico e, desta forma, foi encaminhado para tratamento cirúrgico. Observou-se intussuscepção ceco cecal, com comprometimento vascular, sendo necessário realizar a ressecção do ápice do ceco. O prognóstico era de reservado a ruim, porém o animal apresentou uma evolução clínica satisfatória no período pós operatório, recebendo alta no 13º dia de internação hospitalar.

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Pênfigo foliáceo em equinos

Caroline Martins Bondan


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Clínica e Cirurgia de Equinos pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 31, sob orientação do Prof. Msc., Dr. Eduardo Malschitzky, Jaguariúna, 2017.


Resumo:

O pênfigo foliáceo é uma afecção cutânea autoimune pouco comum em equinos. A doença é causada por um anticorpo que age contra o glicocálice dos ceratinócitos. Não existe predileção por idade ou sexo, porém equinos da raça Appaloosa parecem ser mais acometidos. A doença é caracterizada pela formação de crostas, pústulas e regiões de alopecia podendo ser localizada e posteriormente tornar-se generalizada. Sinais clínicos sistêmicos como febre, depressão e dor podem estar associados à dermatopatia. O diagnóstico definitivo é feito pelo exame histopatológico de biópsia da pele. Histologicamente o pênfigo é caracterizado por pústulas subcorneais contendo ceratinócitos acantolíticos. O tratamento está baseado no uso de drogas imunossupressoras ou imunomoduladoras. O prognóstico da doença é melhor em animais mais jovens podendo ser reservado em animais de idade avançada. Os fármacos mais utilizados são corticosteroides como prednisolona e dexametasona. Juntamente com o tratamento sistêmico pode ser indicado o uso tópico de xampus anti-seborreicos com ácido salicílico e enxofre. Em potros a doença pode ser autolimitante, mas em animais adultos o tratamento pode não fazer efeito.


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Paralisia periódica hipercalêmica em cavalos quarto de milha – Revisão bibliográfica

Ana Claudia Marinho Cardoso


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Clínica e Cirurgia de Equinos pela Faculdade Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação da Professora MsC Carla Teixeira Leite, Jaguariúna, 2017.


Resumo

A Paralisia Periódica Hipercalêmica (HYPP) caracteriza-se por desordem genética e hereditária, causada por mutação pontual nos canais de sódio das membranas celulares da musculatura, as quais controlam as contrações das fibras musculares. Tal condição ocorre principalmente pela busca de animais com vasta musculatura proeminente, descendentes, em sua totalidade, do importante reprodutor da raça Quarto de Milha, denominado Impressive. Nos animais afetados, ocorre hiper excitação da musculatura por conta da hipercalemia (HYPP), causando fasciculações musculares de forma involuntária, em episódios esporádicos de tremores musculares ou mesmo paralisia muscular. A condição é autossômica dominante, determinando então como afetados tanto os animais homozigotos dominantes como os heterozigotos. Os sinais clínicos podem apresentar-se de forma leve a severa, desde pequenos tremores a fasciculações graves ou até mesmo a morte, por parada cardíaca ou respiratória.

O diagnóstico mais eficaz, e mais utilizado atualmente é através da técnica de polymerase chain reaction (PCR), que trabalha sobre o DNA do animal buscando a mutação do gene, existindo, porém, outras formas de diagnóstico. O tratamento divide-se em preventivo, com o controle da dieta do animal, e sintomático, pela administração de fluidoterapia específica. A HYPP não tem cura, e sua prevenção pode ser realizada por meio da seleção dos cruzamentos dentro da raça.

Por conta de sua importância econômica e prevalência dentro da população de equinos Quarto de Milha, é preciso realizar diagnóstico correto e planejamento genético dos cruzamentos a fim de tratar ou prevenir o problema, respectivamente.


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