Patologia clínica – IBvet

PROTOCOLO E APLICAÇÕES DO PRP (PLASMA RICO EM PLAQUETAS) EM CÃES E GATOS

PAMELA SILVA DE ALMEIDA

Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária pelo Centro Universitário de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, sob a orientação do Professor (a) Rogério Fernando de Jesus. Jaguariúna, 2019.

RESUMO

O plasma rico em plaquetas (PRP) é composto de uma suspensão concentrada de sangue centrifugado, que contém elevadas concentrações de plaquetas. As plaquetas possuem a competência de secretar uma substância chamada fator de crescimento (FC), que é responsável por alterações celulares, como o recrutamento de células-tronco periféricas e indução de mitose. O presente trabalho tem como objetivo propor protocolos e aplicações do PRP em cães e gatos, por meio de protocolos simples e rápido, obtido a partir de um volume pequeno de sangue total, que facilita a utilização em cães e gatos.  A falta de protocolos para obtenção do PRP em animais de companhia, associada às variações deles, dificulta emprego desta biotécnica.

Palavras-chave: veterinária; canino; felino



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Babesiose canina – relato de caso

Camila Zampieri Solis

Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Patologia Clínica em Pequenos Animais pela Faculdade Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação do Professor (a) Ana Silvia Dagnone, Jaguariúna, 2017.

Resumo:

A babesiose, ou também conhecida como piroplasmose, é uma enfermidade que acomete cães de todo o mundo, sendo o carrapato o transmissor da doença. Essa moléstia é causada pelo protozoário chamado Babesia, que destrói componentes sanguíneos do animal, especificamente os eritrócitos. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de Babesiose, ocorrido na cidade de Cedral – SP. Um cão, fêmea, da raça Boxer com 5 anos de idade, apresentou sinais clínicos compatíveis com a doença. A coleta de materiais para diagnostico foi feita imediatamente após percepção dos sinais, onde foi detectada a presença do parasita no esfregaço sanguíneo. O animal foi tratado com Dipropionato de Imidocarb, em duas aplicações com intervalo de 14 dias. Na visita realizada ao proprietário, constatou-se que a terapêutica foi efetiva e o canino apresentava-se bem de saúde.

 

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Transfusão sanguínea na Medicina Veterinária

Bruna Jekimim Goulart


Monografia apresentada para obtenção do título de especialista Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária da Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária, sob orientação da Profa. Dra. Karina Keller Marques da Costa Flaiban.


Resumo:

A transfusão sanguínea é o procedimento pelo qual se realiza a transferência de sangue total ou produtos sanguíneos de um doador para um receptor. O uso dos componentes sanguíneos permite que mais de um paciente se beneficie de apenas um doador e reduz os riscos de reações contra outros componentes desnecessários. Os doadores devem ser saudáveis, bem nutridos, livre de ectoparasitas e com vacinação e vermifugação em dia e, não devem apresentar histórico de doações anteriores. A coleta de sangue ocorre por venopunção única e o local da coleta deve ser preparado com tricotomia e antissepsia cirúrgica, pode ser feita por dois sistemas, aberto ou fechado. Nos cães podem ser encontrados 7 grupos sanguíneos padronizados internacionalmente e em felinos foram descritos 3 tipos sanguíneos. Nos equinos os antígenos sanguíneos são agrupados em 7 sistemas. Os ruminantes têm número variado de grupos sanguíneos, os bovinos possuem 11 grupos; ovinos têm 7 grupos e os caprinos, 5. Os suínos possuem 15 grupos sanguíneos. O sangue total colhido em bolsa simples permite apenas um produto, o sangue total. Ao utilizar bolsas compostas há a possibilidade de produzir hemocomponentes, como concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, plasma rico em plaquetas e crioprecipitado. A tipagem sanguínea determina o tipo de antígeno que existe na membrana dos eritrócitos e é a melhor maneira de prevenir reações de incompatibilidade sanguínea entre doador e receptor. A prova de reação cruzada detecta níveis séricos de anticorpo contra os antígenos nas membranas dos eritrócitos, porém o teste de reação cruzada não exclui totalmente o risco de reação transfusional. As reações transfusionais são caracterizadas como imunológicas ou não imunológicas, e divididas como de decorrência aguda ou tardia. Para evitar uma reação transfusional é recomendado reduzir a transfusão de produtos desnecessários ao animal.


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Anemia por deficiência de ferro em cães: revisão bibliográfica e relato de caso

Bárbara Geske



Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 08, sob orientação da Professora Eleine Kuroki Anzai.

Resumo

A anemia é uma alteração frequentemente constatada em pacientes caninos atendidos na rotina do Médico Veterinário Clínico. É considerado o achado mais comum em exames hematológicos simples realizados pelo Patologista Clínico Veterinário. Dentre as diversas classificações dos tipos de anemias, encontra-se a anemia por deficiência de ferro, também chamada de anemia ferropriva. O ferro é um íon considerado essencial para produção de hemoglobina, portanto, a diminuição ou ausência deste substrato e de suas reservas resultam em problemas relacionados com a síntese de eritrócitos. Este tipo de anemia é constantemente associado a quadros de hemorragia crônica em cães adultos, principalmente de origem intestinal, e em cães jovens é relacionada à deficiência nutricional devido à alta taxa de crescimento nesta fase. Porém, pode ser desencadeada por outros fatores importantes, além de ser comumente confundida com a anemia da inflamação no seu estágio inicial. O relato de caso elaborado no presente trabalho descreve o acompanhamento de exames clínicos de um cão que apresenta um quadro característico de anemia por deficiência de ferro. O animal foi submetido ao tratamento com suplementação de ferro, mas não obteve melhora. Com isso, destaca-se que um tratamento eficaz é sempre aquele realizado com base na investigação da doença primária.


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