cães – IBvet

Babesiose canina – relato de caso

Camila Zampieri Solis

Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Patologia Clínica em Pequenos Animais pela Faculdade Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação do Professor (a) Ana Silvia Dagnone, Jaguariúna, 2017.

Resumo:

A babesiose, ou também conhecida como piroplasmose, é uma enfermidade que acomete cães de todo o mundo, sendo o carrapato o transmissor da doença. Essa moléstia é causada pelo protozoário chamado Babesia, que destrói componentes sanguíneos do animal, especificamente os eritrócitos. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de Babesiose, ocorrido na cidade de Cedral – SP. Um cão, fêmea, da raça Boxer com 5 anos de idade, apresentou sinais clínicos compatíveis com a doença. A coleta de materiais para diagnostico foi feita imediatamente após percepção dos sinais, onde foi detectada a presença do parasita no esfregaço sanguíneo. O animal foi tratado com Dipropionato de Imidocarb, em duas aplicações com intervalo de 14 dias. Na visita realizada ao proprietário, constatou-se que a terapêutica foi efetiva e o canino apresentava-se bem de saúde.

 

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Anemia por deficiência de ferro em cães: revisão bibliográfica e relato de caso

Bárbara Geske



Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 08, sob orientação da Professora Eleine Kuroki Anzai.

Resumo

A anemia é uma alteração frequentemente constatada em pacientes caninos atendidos na rotina do Médico Veterinário Clínico. É considerado o achado mais comum em exames hematológicos simples realizados pelo Patologista Clínico Veterinário. Dentre as diversas classificações dos tipos de anemias, encontra-se a anemia por deficiência de ferro, também chamada de anemia ferropriva. O ferro é um íon considerado essencial para produção de hemoglobina, portanto, a diminuição ou ausência deste substrato e de suas reservas resultam em problemas relacionados com a síntese de eritrócitos. Este tipo de anemia é constantemente associado a quadros de hemorragia crônica em cães adultos, principalmente de origem intestinal, e em cães jovens é relacionada à deficiência nutricional devido à alta taxa de crescimento nesta fase. Porém, pode ser desencadeada por outros fatores importantes, além de ser comumente confundida com a anemia da inflamação no seu estágio inicial. O relato de caso elaborado no presente trabalho descreve o acompanhamento de exames clínicos de um cão que apresenta um quadro característico de anemia por deficiência de ferro. O animal foi submetido ao tratamento com suplementação de ferro, mas não obteve melhora. Com isso, destaca-se que um tratamento eficaz é sempre aquele realizado com base na investigação da doença primária.


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Ultrassonografia de urolitíase em bexiga urinária e uretra de cães e gatos – Revisão de literatura

Carolina Pereira Pietrobom


Monografia apresentada para Conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em diagnóstico por imagem pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, sob orientação do Prof. André Martins Gimenes.


Resumo

A urolitíase é uma doença de grande rotina clínica que acomete frequentemente cães e gatos, levando a formação de precipitados na forma sólida chamada de urólitos ou cálculos urinários, que serão denominados de acordo com seu conteúdo mineral, como por exemplo, estruvita ou oxalato de cálcio. Tem como causa vários fatores, levando em consideração o manejo e fatores dietéticos, podendo acarretar a uma obstrução do fluxo urinário, infecção no trato urinário ou até mesmo ao óbito do animal caso este não tenha o tratamento necessário. O diagnóstico é realizado através da integração da história clínica, exame físico, exames laboratoriais e de imagem (radiografia, ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética). A ultrassonografia pode ser considerada o exame de diagnóstico por imagem de grande importância para a avaliação de afecções do trato urinário de pequenos animais, significante em pacientes com relato de hematúria. No ultrassom a detecção de cálculos vesicais tem 100% de acurácia e são observados como focos hiperecogênicos no lúmen vesical, formadores de sombreamento acústico evidente. Com este método de estudo, pode-se avaliar se há mesmo a presença de cálculo, analisar a localização, tamanho e densidade, assim como saber o grau de obstrução que o animal pode apresentar. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, ressaltando que os casos de recidiva são comuns.


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