equino – IBvet

Osteossíntese mandibular em equinos – Relato de caso

Paulo Henrique Rodrigues Borges


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Odontologia Equina pela Faculdade Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação do Professor Carlos Henrique Câmara Saquetti, Jaguariúna, 2017.


Resumo:

Fraturas de ossos da mandíbula em equinos é o trauma ósseo da região da face mais comumente encontrado. A síntese desses ossos é extremamente desafiadora ao cirurgião visto que é uma área extremamente contaminada, instável e geralmente atingem os tecidos moles adjacentes. Como cada fratura tem sua característica especifica o conhecimento de diversas técnicas facilitará ao médico veterinário a escolha do melhor método, levando em conta o material disponível e a experiência do cirurgião. O tratamento consiste em estabilizar o foco de fratura restaurando a anatomia óssea e o alinhamento dentário, associado à antibioticoterapia. Os sinais clínicos variam de acordo com a severidade da lesão ocorrida podendo ser desde salivação excessiva, protusão da língua, inchaço dos tecidos moles, inabilidade de fechar a boca e dificuldade de apreensão do alimento. Relata-se o caso de um cavalo da raça Quarto de Milha, 8 anos de idade, 450 kg, com histórico de trauma na região mandibular mesial. O animal foi submetido a exame radiográfico onde ficou evidenciada a fratura completa e bilateral do osso mandibular. Utilizou fio de cerclagem 0,9mm e resina bisacrílica autopolimerizavel como método de osteossíntese. O animal apresentou capacidade de mastigação e ingestão voluntária no pós-operatório e recuperação óssea adequada mostrando assim um resultado satisfatório.


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Ultrassonografia da coluna cervical

Luiza Stachewski Zakia


Monografia apresentada para Conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Ortopedia Equina pela Faculdade Max Planck em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 5, sob orientação do Prof. Giovane Olivo.


Resumo:

A coluna vertebral possui função fundamental na movimentação dos equinos, sendo a região da coluna mais propícia a trauma ou desenvolvimento de processo degenerativo. É essencial para o médico veterinário de equinos possuir conhecimento anatômico e biomecânico da coluna cervical destes animais para um exame físico completo do aparelho locomotor e conseguinte diagnóstico e tratamento adequados. As afecções de coluna cervical podem ser de origem óssea, neurológica ou nos tecidos moles. A ultrassonografia é um excelente método diagnóstico por ser de fácil acesso e portátil, permitindo a realização do exame com facilidade. Na ultrassonografia cervical, o principal alvo de análise são as facetas articulares, que são formadas pela porção dorsal do processo articular caudal da vértebra mais cranial com a porção ventral do processo articular cranial da vértebra caudal. Os discos intervertebrais não são bem visualizados devido à relação anatômica das endplaques cervicais; contudo, em casos de espondilose e doença do disco intervertebral, proliferação óssea pode ser evidente ventralmente. A bursa do ligamento nucal raramente é observada, mas quando inflamada ou infeccionada pode se tornar mais. A musculatura cervical também deve ser avaliada. Com essas informações, torna-se evidente a importância desta técnica como importante ferramenta de diagnóstico na medicina esportiva equina.


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Uso da ultrassonografia no diagnóstico das principais patologias toracolombares dos cavalos atletas

Gabriela Ferreira de Campos


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Ortopedia em Equinos pela Faculdade Max Planck em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação do Professor Doutor Jairo Jaramillo Cardenas , Indaiatuba, 2017.


Resumo

As enfermidades toracolombares nos equinos representam um desafio ao veterinário, que busca eliminar a dor, restituir o uso atlético do animal e minimizar as perdas econômicas. A lombalgia em equinos é uma área crescente na medicina veterinária devido a maior incidência de enfermidades toracolombares encontradas na avaliação de claudicação, disfunção ou baixa performance na atividade atlética dos equinos. A dificuldade de acesso das estruturas envolvidas e a ausência de sinais clínicos específicos, tornam o diagnóstico difícil e requer a utilização de métodos de diagnóstico por imagem complementar ao exame físico, para maior eficácia diagnóstica. Dessa forma um bom protocolo para controle da dor e tratamento da patologia de maneira específica podem ser realizados, propiciando o retorno do animal a atividade atlética o mais rápido possível.

A qualidade da imagem e a obtenção de bons resultados são altamente dependentes das habilidades e experiência ultrassonográfica do operador, além do conhecimento anatômico e biomecânico da região a ser avaliada. Devido a estes fatores, previamente aos exames de imagem é indispensável a obtenção de um histórico clínico completo e um exame físico estático e dinâmico para podermos correlacionar e graduar os achados nos exames de imagem com a sensibilidade ou dificuldade que o animal está apresentando.

Neste contexto, a ultrassonografia da coluna toracolombar transcutânea em conjunto com a transretal proporcionam uma avaliação complementar ao exame físico e radiográfico de forma a avaliar de maneira dinâmica as articulações, ligamentos, tendões e musculatura, além de servir como guia para infiltrações auxiliando no tratamento e definição do prognóstico do animal.

O presente estudo tem como objetivo padronizar uma técnica de avaliação ultrassonográfica da coluna toracolombar de fácil repetibilidade, levando em consideração a revisão anatômica ultrassonográfica, as principais lesões encontradas e a biomecânica que envolvem estas lesões.



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Sialolitíase em equino – Relato de caso

Roberto dos Santos Zambrano



Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Odontologia Equina pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 01, sob orientação da Prof.(a) Rita de Cássia Campebell, Jaguariúna-SP, 2017.

Resumo

Sialolitíase é uma afecção que afeta as glândulas salivares ou seus ductos, caracterizada pela presença de estruturas calcificadas, denominadas de sialolitos, com crescimento lento e gradual, geralmente assintomático, dificultando ou impedindo o fluxo normal de saliva. Devido à ausência de relatos na literatura nacional, descreve-se o caso de uma égua de 15 anos, que apresentava um sialolito de 13 cm no ducto parotídico, próximo à crista facial, há mais de 2 anos. O diagnóstico foi realizado através do exame clínico, com a visualização e palpação da estrutura, radiografia, ultrassonografia e avaliação odontológica. Optou-se pelo tratamento cirúrgico, através do acesso percutâneo, que é o mais indicado para cálculos grandes, realizando-se sutura do ducto de Stenon, sem presença de fístulas no pós operatório. Foi de extrema importância a avaliação e cuidados odontológicos durante a realização do procedimento, pois as pontas dentárias facilitam a formação dos cálculos.


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