equinos – IBvet

MÉTODOS DE PROCESSAMENTO DE SÊMEN VISANDO MELHORA DA QUALIDADE ESPERMÁTICA DE GARANHÕES SUBFÉRTEIS

MARCUS VINICIUS VIEIRA GOMES

Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Reprodução Equina pelo Centro Universitário de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 24, sob orientação do Prof.(a) Gabriel Augusto Monteiro, Jaguariúna-SP, 2019.

Resumo 

A indústria do cavalo no Brasil movimentou mais de 16 bilhões de reais no ano de 2016, gerando mais de 600 mil empregos diretos e indiretos, alta competitividade das provas equestres e os prêmios milionários que impulsionam a seleção e o melhoramento das raças, sendo cada vez mais empregadas biotecnologias da reprodução nas criações.

Na espécie equina, a seleção de reprodutores na maioria das raças é baseada na sua performance atlética, pedigree e conformação, assim as características reprodutivas são pouco utilizadas como critério de escolha dos garanhões. Além dos critérios utilizados na espécie para seleção, a utilização de reprodutores até idade muito avançada tem aumentado a incidência de reprodutores subférteis. A dificuldade de utilizar sêmen de baixa qualidade seminal acarreta substancialmente a economia do setor, portanto, estudos para possibilitar a utilização do sêmen de garanhões subférteis vêm ganhando cada vez mais espaço nos últimos anos.

Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo apresentar técnicas de processamento que visem melhoria na qualidade espermática desses garanhões subférteis proporcionando maior incremento nas taxas de fertilidade. 

Palavras chave: garanhões, subfertilidade, plasma seminal, sêmen, equinos

Para ler o artigo na íntegra faça seu login

Acesso GRATUITO, mas restrito!

Para liberar você precisa se identificar ou cadastrar usando o formulário abaixo.


Já possuo cadastro
 

Quero criar/renovar o cadastro
 

Pênfigo foliáceo em equinos

Caroline Martins Bondan


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Clínica e Cirurgia de Equinos pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 31, sob orientação do Prof. Msc., Dr. Eduardo Malschitzky, Jaguariúna, 2017.


Resumo:

O pênfigo foliáceo é uma afecção cutânea autoimune pouco comum em equinos. A doença é causada por um anticorpo que age contra o glicocálice dos ceratinócitos. Não existe predileção por idade ou sexo, porém equinos da raça Appaloosa parecem ser mais acometidos. A doença é caracterizada pela formação de crostas, pústulas e regiões de alopecia podendo ser localizada e posteriormente tornar-se generalizada. Sinais clínicos sistêmicos como febre, depressão e dor podem estar associados à dermatopatia. O diagnóstico definitivo é feito pelo exame histopatológico de biópsia da pele. Histologicamente o pênfigo é caracterizado por pústulas subcorneais contendo ceratinócitos acantolíticos. O tratamento está baseado no uso de drogas imunossupressoras ou imunomoduladoras. O prognóstico da doença é melhor em animais mais jovens podendo ser reservado em animais de idade avançada. Os fármacos mais utilizados são corticosteroides como prednisolona e dexametasona. Juntamente com o tratamento sistêmico pode ser indicado o uso tópico de xampus anti-seborreicos com ácido salicílico e enxofre. Em potros a doença pode ser autolimitante, mas em animais adultos o tratamento pode não fazer efeito.


Para ler o artigo na íntegra faça seu login

Acesso GRATUITO, mas restrito!

Para liberar você precisa se identificar ou cadastrar usando o formulário abaixo.


Já possuo cadastro
 

Quero criar/renovar o cadastro
 

Paralisia periódica hipercalêmica em cavalos quarto de milha – Revisão bibliográfica

Ana Claudia Marinho Cardoso


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Clínica e Cirurgia de Equinos pela Faculdade Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação da Professora MsC Carla Teixeira Leite, Jaguariúna, 2017.


Resumo

A Paralisia Periódica Hipercalêmica (HYPP) caracteriza-se por desordem genética e hereditária, causada por mutação pontual nos canais de sódio das membranas celulares da musculatura, as quais controlam as contrações das fibras musculares. Tal condição ocorre principalmente pela busca de animais com vasta musculatura proeminente, descendentes, em sua totalidade, do importante reprodutor da raça Quarto de Milha, denominado Impressive. Nos animais afetados, ocorre hiper excitação da musculatura por conta da hipercalemia (HYPP), causando fasciculações musculares de forma involuntária, em episódios esporádicos de tremores musculares ou mesmo paralisia muscular. A condição é autossômica dominante, determinando então como afetados tanto os animais homozigotos dominantes como os heterozigotos. Os sinais clínicos podem apresentar-se de forma leve a severa, desde pequenos tremores a fasciculações graves ou até mesmo a morte, por parada cardíaca ou respiratória.

O diagnóstico mais eficaz, e mais utilizado atualmente é através da técnica de polymerase chain reaction (PCR), que trabalha sobre o DNA do animal buscando a mutação do gene, existindo, porém, outras formas de diagnóstico. O tratamento divide-se em preventivo, com o controle da dieta do animal, e sintomático, pela administração de fluidoterapia específica. A HYPP não tem cura, e sua prevenção pode ser realizada por meio da seleção dos cruzamentos dentro da raça.

Por conta de sua importância econômica e prevalência dentro da população de equinos Quarto de Milha, é preciso realizar diagnóstico correto e planejamento genético dos cruzamentos a fim de tratar ou prevenir o problema, respectivamente.


Para ler o artigo na íntegra faça seu login

Acesso GRATUITO, mas restrito!

Para liberar você precisa se identificar ou cadastrar usando o formulário abaixo.


Já possuo cadastro
 

Quero criar/renovar o cadastro