veterinária – IBvet

Transfusão sanguínea na Medicina Veterinária

Bruna Jekimim Goulart


Monografia apresentada para obtenção do título de especialista Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária da Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária, sob orientação da Profa. Dra. Karina Keller Marques da Costa Flaiban.


Resumo:

A transfusão sanguínea é o procedimento pelo qual se realiza a transferência de sangue total ou produtos sanguíneos de um doador para um receptor. O uso dos componentes sanguíneos permite que mais de um paciente se beneficie de apenas um doador e reduz os riscos de reações contra outros componentes desnecessários. Os doadores devem ser saudáveis, bem nutridos, livre de ectoparasitas e com vacinação e vermifugação em dia e, não devem apresentar histórico de doações anteriores. A coleta de sangue ocorre por venopunção única e o local da coleta deve ser preparado com tricotomia e antissepsia cirúrgica, pode ser feita por dois sistemas, aberto ou fechado. Nos cães podem ser encontrados 7 grupos sanguíneos padronizados internacionalmente e em felinos foram descritos 3 tipos sanguíneos. Nos equinos os antígenos sanguíneos são agrupados em 7 sistemas. Os ruminantes têm número variado de grupos sanguíneos, os bovinos possuem 11 grupos; ovinos têm 7 grupos e os caprinos, 5. Os suínos possuem 15 grupos sanguíneos. O sangue total colhido em bolsa simples permite apenas um produto, o sangue total. Ao utilizar bolsas compostas há a possibilidade de produzir hemocomponentes, como concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, plasma rico em plaquetas e crioprecipitado. A tipagem sanguínea determina o tipo de antígeno que existe na membrana dos eritrócitos e é a melhor maneira de prevenir reações de incompatibilidade sanguínea entre doador e receptor. A prova de reação cruzada detecta níveis séricos de anticorpo contra os antígenos nas membranas dos eritrócitos, porém o teste de reação cruzada não exclui totalmente o risco de reação transfusional. As reações transfusionais são caracterizadas como imunológicas ou não imunológicas, e divididas como de decorrência aguda ou tardia. Para evitar uma reação transfusional é recomendado reduzir a transfusão de produtos desnecessários ao animal.


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Uso da ultrassonografia no diagnóstico das principais patologias toracolombares dos cavalos atletas

Gabriela Ferreira de Campos


Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização Lato Sensu em Ortopedia em Equinos pela Faculdade Max Planck em convênio com o Instituto Brasileiro de Formação Profissional – IBVET, sob a orientação do Professor Doutor Jairo Jaramillo Cardenas , Indaiatuba, 2017.


Resumo

As enfermidades toracolombares nos equinos representam um desafio ao veterinário, que busca eliminar a dor, restituir o uso atlético do animal e minimizar as perdas econômicas. A lombalgia em equinos é uma área crescente na medicina veterinária devido a maior incidência de enfermidades toracolombares encontradas na avaliação de claudicação, disfunção ou baixa performance na atividade atlética dos equinos. A dificuldade de acesso das estruturas envolvidas e a ausência de sinais clínicos específicos, tornam o diagnóstico difícil e requer a utilização de métodos de diagnóstico por imagem complementar ao exame físico, para maior eficácia diagnóstica. Dessa forma um bom protocolo para controle da dor e tratamento da patologia de maneira específica podem ser realizados, propiciando o retorno do animal a atividade atlética o mais rápido possível.

A qualidade da imagem e a obtenção de bons resultados são altamente dependentes das habilidades e experiência ultrassonográfica do operador, além do conhecimento anatômico e biomecânico da região a ser avaliada. Devido a estes fatores, previamente aos exames de imagem é indispensável a obtenção de um histórico clínico completo e um exame físico estático e dinâmico para podermos correlacionar e graduar os achados nos exames de imagem com a sensibilidade ou dificuldade que o animal está apresentando.

Neste contexto, a ultrassonografia da coluna toracolombar transcutânea em conjunto com a transretal proporcionam uma avaliação complementar ao exame físico e radiográfico de forma a avaliar de maneira dinâmica as articulações, ligamentos, tendões e musculatura, além de servir como guia para infiltrações auxiliando no tratamento e definição do prognóstico do animal.

O presente estudo tem como objetivo padronizar uma técnica de avaliação ultrassonográfica da coluna toracolombar de fácil repetibilidade, levando em consideração a revisão anatômica ultrassonográfica, as principais lesões encontradas e a biomecânica que envolvem estas lesões.



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Anemia por deficiência de ferro em cães: revisão bibliográfica e relato de caso

Bárbara Geske



Monografia apresentada para obtenção do título de Especialista Lato Sensu em Patologia Clínica Veterinária pela Faculdade de Jaguariúna em convênio com o Instituto Brasileiro de Veterinária – IBVET, TURMA 08, sob orientação da Professora Eleine Kuroki Anzai.

Resumo

A anemia é uma alteração frequentemente constatada em pacientes caninos atendidos na rotina do Médico Veterinário Clínico. É considerado o achado mais comum em exames hematológicos simples realizados pelo Patologista Clínico Veterinário. Dentre as diversas classificações dos tipos de anemias, encontra-se a anemia por deficiência de ferro, também chamada de anemia ferropriva. O ferro é um íon considerado essencial para produção de hemoglobina, portanto, a diminuição ou ausência deste substrato e de suas reservas resultam em problemas relacionados com a síntese de eritrócitos. Este tipo de anemia é constantemente associado a quadros de hemorragia crônica em cães adultos, principalmente de origem intestinal, e em cães jovens é relacionada à deficiência nutricional devido à alta taxa de crescimento nesta fase. Porém, pode ser desencadeada por outros fatores importantes, além de ser comumente confundida com a anemia da inflamação no seu estágio inicial. O relato de caso elaborado no presente trabalho descreve o acompanhamento de exames clínicos de um cão que apresenta um quadro característico de anemia por deficiência de ferro. O animal foi submetido ao tratamento com suplementação de ferro, mas não obteve melhora. Com isso, destaca-se que um tratamento eficaz é sempre aquele realizado com base na investigação da doença primária.


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